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30 de janeiro de 2013
21 de julho de 2012
2 em 1
No próximo dia 15/08, teremos o lançamento de duas alegrias!
A primeira alegria é o meu livro O DECIFRADOR DE POEMAS. Este livro é meu primeiro livro em prosa. Primeiro publicado e também primeiro escrito. Comecei a escrevê-lo em 2007 e só em 2010 ele chegou ao formato atual. Ele é a marca do meu crescimento como escritora e a prova do quanto ainda preciso estudar e melhorar muito.
O DECIFRADOR venceu o II Prêmio CEPE de Literatura Infantil e Juvenil e toda história acontece em um lugar real para mim, um abrigo que acolhe crianças na cidade de São Paulo, a Casa Naim, da comunidade da qual faço parte, a Aliança de Misericórdia.
A história é umamistura deliciosa de realidade e de fantasia, mistura que nós adultos não deveríamos ter perdido. Não mesmo!
O livro foi ilustrado pelo Rodrigo Aguiar e ficou uma lindeza de chorar! Espero que vocês gostem. Dia 15/08 é feriado em Cubatão, então ninguém qe mora aqui pode perder essa!
A outra alegria é a primeira edição do projeto "SE ESSE PARQUE FOSSE MEU... leitura ao pé do ouvido!".
O que é isso?
Uma vez por mês, nas dependências do Parque Novo Anilinas, vamos fazer leitura ao pé do ouvido dos frequentadores que quiserem. Nesse primeiro dia, o livro que será lido será O DECIFRADOR DE POEMAS.
O projeto é uma iniciativa do Grupo Arco-íris de Misericórdia de Cubatão (Aliança de Misericórdia) e cntará com diversos voluntários e um deles pode ser você.
Para acessar a página do projeto no Facebook é só acessar aqui: https://www.facebook.com/pedoouvido
Dia 15/08, heim? Beijos!
7 de julho de 2012
VARA PARA PESCAR
Sabe
aquele ditado popular de que devemos dar a vara para pescar e não o
peixe, quando queremos ajudar alguém?
Esse
ditado foi o ponto de partida para um Programa de Formação na área
cultural criado por mim para ser executado pela Associação Aliança
de Misericórdia, em Cubatão: VARA PARA PESCAR – Escola de
Produtores Culturais.
Para
execução deste projeto, estamos aguardando o resultado da Seleção
Pública de Projetos do Edital Integração Comunidades, da
Petrobras. Porém, este programa que envolve 2 anos inteiros de
formação, é ramificado em pequenos projetos. Um deles é o VARA
PARA PESCAR – Teatro Amador, da produtora cultural Cris Araujo,
também membro da Associação Aliança de Misericórdia.
O VARA
PARA PESCAR – Teatro Amador foi o contemplado no 2º Edital
Ensaiando um País Melhor, na cidade de Cubatão. Suas atividades
acontecerão nos bairros conhecidos como Bolsão 7, 8 e 9 e atenderá
a jovens entre 12 e 18 anos com atividades de teatro amador. O texto
base deste projeto é o meu livro CORDEL DE SANTA TERESINHA que
venceu o Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel, do Ministério
da Cultura.
Além de
tudo isso, o projeto pedagógico do Programa VARA PARA PESCAR –
Escola de Produtores Culturais está concorrendo a um dos 50 prêmios
do Prêmio Economia Criativa, Ministério da Cultura. Um passo já
foi dado, o programa foi habilitado, conforme link abaixo. E nós
somos os únicos da Baixada Santista:
Para saber um pouco mais sobre a Associação Aliança de Misericórdia e nossas atividades, acesse o nosso site:
Fiquem na torcida por nós!
1 de julho de 2012
O DECIFRADOR DE POEMAS
No dia 11 de agosto, às 10 horas, no Museu do Estado de Pernambuco, o meu livro O DECIFRADOR DE POEMAS será lançado, pela Companhia Editora do Pernambuco!
Este é o meu primeiro livro escrito em prosa e também o primeiro para o público juvenil (a partir de 11 anos). Ele venceu em terceiro lugar o II Concurso CEPE de Literatura Infantil e Juvenil no ano de 2011 e foi ilustrado por Rodrigo Aguiar.
Como eu não consigo me separar da poesia, o livro é uma história com poemas, sobretudo os de Fernando Pessoa e seus heterônimos. Quase uma mania! Amo!
Logo logo estará à venda no site da CEPE: www.cepe.com.br!
23 de maio de 2012
CORDEL DE SANTA TERESINHA
O livro CORDEL DE SANTA TERESINHA é para todas as idades!
A ilustrações são da santista Simone Matias (www.simonematias.com.br). Como eu, Simone se apaixonou pela vida de Santa Teresinha e fez um trabalho surpreendente e comum entre os ótimos ilustradores: ela escreveu uma outra história da Pequena Via de Teresinha de Lisieux.
O texto é o meu primeiro livro em cordel. Como eu aprendi a fazer cordel é um causo interessante. Basicamente eu estava em um avião e numa turbulência em cima de BH, o César Obeid me introduziu na arte que ele conhece tão bem. Depois foi muito estudo e a escolha da minha Santa preferida para fazer um texto dentro do Ciclo Religioso do cordel.
O texto foi premiado no Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel, do Ministério da Cultura, e sua primeira edição terá apoio deles. Os primeiros exemplares serão doados à Aliança de Misericórdia (www.misericordia.com.br) e o valor arrecadado com a venda será para as atividades sociais do Movimento.
O resultado em breve sai com um livro e audiolivro incríveis! O audio ficou por conta de Juliana Finamore e Leandro Aparecido, ambos aqui de Cubatão. Ficou um livro bem regional e sensacional... :)
Ilustração de Simone Matias pra dar água na boca!
26 de fevereiro de 2012
Tatiana é uma das mais importantes autoras de poemas Limeriques do Brasil. O Concurso vai realizar oficinas literárias e premiar os estudantes mais criativos
Apostar no talento e criatividade das crianças, incentivando o prazer pela Leitura: esta é a principal ideia do Prêmio Tatiana Belinky de Limeriques. O Concurso é o primeiro do tipo realizado na Baixada Santista e vai envolver alunos de escolas públicas e particulares das nove cidades da Região Metropolitana. O Concurso Literário quer divulgar os “limeriques”, que são poemas curtos, com cinco versos rimando entre si e que sempre falam de coisas malucas.
O Prêmio oferece várias atividades voltadas para estudantes com idade entre 6 e 11 anos (Ensinos Fundamental I e II). De 1º de março a 17 de abril serão ministradas oficinas literárias gratuitas em Cubatão, Santos, São Vicente, Guarujá, Bertioga, Praia Grande, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe. Nessas aulas – duas em cada município, os professores aprenderão a criar os limeriques para que, depois, repassem o conhecimento aos alunos.
Em uma segunda etapa, aí sim, os estudantes poderão mostrar toda sua criatividade, inscrevendo os limeriques que inventaram no Prêmio Literário. As inscrições serão aceitas de 18 de abril até 2 de junho, somente no site www.portalpanapana.com.br/premio. A seleção acontece em junho e julho por uma banca composta por nomes como César Tadeu Obeid (premiado escritor e educador) e Regina Gulla (escritora e professora de poesia). O resultado sai em agosto e a premiação será dia 24/8, Dia do Artista.
Premiação – Os autores mirins dos cinco limeriques mais interessantes recebem prêmios como computador, notebook, netbook, troféus e kit de livros. Além disso, as escolas e os professores dos cinco primeiros colocados também ganham kits de livros. Os alunos escritores dos 100 melhores limeriques levam um exemplar da publicação Mareliques da Praia-Louca e um broche do projeto Eu amo Limeriques!. O Prêmio Tatiana Belinky é realizado pela Cooperativa Cultural do Brasil, empresa VARAL – Educação e Cultura e conta com apoio do Proac– Programa de Ação Cultural da Secretaria do Estado da Cultura e parceria da UniSanta.
“Esperamos a participação maciça dos estudantes por meio do incentivo de seus pais e professores. O objetivo do Prêmio é, também, estimular a produção poética através dos limeriques”, afirma Viviane Veiga Távora, criadora do Concurso. Viviane é escritora, produtora cultural e a autora de Mareliques da Praia-Louca (livro infantil de limeriques patrocinado pelo Proac), Pé de alguma coisa pede outra (II Prêmio Literatura para todos, do MEC, com tiragem de 600 mil cópias), vencedora do Prêmio da Funarte Interações Estéticas com o projeto “Literatura para todos no Dique”, além de idealizar o portal www.portalpanapana que tem oficinas virtuais de poesia e divulga a Literatura.
Por que Tatiana Belinky? – O nome do Prêmio é uma homenagem à escritora Tatiana Belinky, criadora do termo aportuguesado “limerique” para indicar o poema conhecido como “limerick”. Foi ela quem divulgou esse tipo de poesia no Brasil. Aos 93 anos de idade, Tatiana costuma dizer que acha os limeriques engraçados: “Li algo sobre limeriques em uma revista e pensei: isso dá ritmo, é ótimo para fazer algumas brincadeiras. Posso brincar com isso de outra maneira. E a criança, que não é nada boba, vai entender direitinho”. O exemplo abaixo é de autoria da própria Tatiana:
Ao ver uma velha coroca
Fritando um filé de minhoca
O Zé Minhocão
Falou pro irmão:
“Não achas melhor ir pra toca?”
Fritando um filé de minhoca
O Zé Minhocão
Falou pro irmão:
“Não achas melhor ir pra toca?”
A forma do poema é bastante específica e garante aceitação imediata da garotada, tendo em vista a sonoridade, ritmo, rima e imagens. Tatiana Belinky é uma das mais importantes escritoras infantojuvenis contemporâneas, autora de cerca de 120 livros como os títulos Limeriques das Coisas boas, Rimas de ninar, Bicholique, Bragaliques, entre outros.´
Embora russa, Tatiana está radicada no Brasil há quase 80 anos. Sempre trabalhou com a Literatura infantojuvenil, fazendo adaptações de clássicos para TV e, posteriormente, escrevendo artigos, crônicas e crítica de literatura infantil para os jornais Folha São Paulo, Estadão e Jornal da Tarde. Em 1985, despontou como escritora e quatro anos depois, recebeu o Prêmio Jabuti, além do Nestlé e da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Em 2010 passou a ocupar a cadeira 25 da Academia Paulista de Letras.
texto: Morgana Monteiro
www.portalpanapana.com.br/premio
31 de janeiro de 2012
Como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?
Como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?
AQUI é o lugar exato onde me encontro: sentada na cadeira giratória do meu home-office-dormitório, escrevendo esse texto.
Veja bem, eu poderia estar em qualquer outro lugar e – acredite - esta não é uma simples divagação-clichê; é uma afirmação real sobre minha existência. Eu podia, por que já quis e pude, ser tantas coisas, fazer tantas coisas, criar tantas outras, que estar AQUI neste exato lugar é digno de auto-análise.
É marcante a constatação que acabo de fazer: eu estou aqui por causa dos pseudônimos!
Se não existissem os pseudônimos eu talvez não estivesse AQUI; mas ALI, pensando nos pacientes que atendi durante o dia, ou dando aulas para alunos de EJA, ou numa missão da NASA.
Por que os pseudônimos existem, eu estou AQUI.
Mais especificamente, AQUI significa um livro publicado, quatro deles a caminho (TODOS através de concursos e prêmio literários), e dezenas de outros no pen drive esperando sua maturação, ou premiação.
Chegar até AQUI foi um caminho inesperado. Eu simplesmente arrisquei sem a mínima intenção de acertar o alvo. Só não queria passar pela vida sem tentar. Tentei!
Aprendiz de Flora.
O primeiro pseudônimo, do primeiro livro, do primeiro prêmio, não dá para esquecer. Aprendiz vem de mim. E Flora é da Flora Figueiredo, quem mais me inspirava na adolescência.
Aprendiz de Flora, catapum!
Arrebentou as portas. Com pé-direito? Não, com os dois pés; de voadeira. Pé mesmo! Porque PÉ DE ALGUMA COISA PEDE OUTRA.
Viviane Veiga Távora? Que nada! Isso não abre nem fresta em janela de casa de boneca.
Aprendiz de Flora, SUR-PRE-SA!
“Quem é essa tal de Viviane?” - pensaram. Suspiros, inquietações. “Trinta anos, ela tem trinta anos!”. Por quê? Pensaram que eu tivesse menos, jurados? Ou talvez mais? Ou talvez, pensassem que eu fosse outra pessoa que não a Viviane? Talvez nem tão aprendiz...
Sim, eu vi o vídeo com a abertura dos envelopes do II Concurso Literatura Para Todos, realizado pelo Ministério da Educação. A edição das imagens foi cortesia do próprio MEC. Um deleite para mim e para a Aprendiz, de Flora, de Adélia, de Lygias...
E como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?
A pergunta ainda requer cartografia. Mas o ponto de partida já foi delineado: os pseudônimos. Ah, os pseudônimos...
13 de dezembro de 2011
CEPE anuncia vencedores do II Concurso de Literatura Infantil e Juvenil
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Ganhadores são de Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo
A Companhia Editora de Pernambuco – Cepe anunciou o resultado do II Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil, promovido em 2011. Na categoria Infantil os vencedores foram a mineira Maria Ângela Haddad Villas (Mariângela Haddad), com o livro O mar de Fiote, primeira colocada; a jornalista pernambucana Adriana Pimentel Victor, segunda colocada com a obra Maria das vontades; e a cearense Aline Maria Freitas Bussons, com O hipopótamo que tinha ideias demais, terceira classificada. Na categoria Juvenil, a obra vencedora foi O dia em que os gatos aprenderam a tocar jazz, de Pedro Henrique Barros Portela da Silva, do Rio de Janeiro; seguindo-se A valente princesa Valéria, de João Paulo Vaz, também do Rio de Janeiro, segundo colocado; e O decifrador de poemas, de Viviane Veiga Távora, de São Paulo, terceira colocada.
Os prêmios são idênticos para cada categoria: oito mil para o primeiro lugar, cinco mil para o segundo colocado e três mil para o terceiro. Não houve menções honrosas. Concorreram 333 obras, sendo apenas 59 na modalidade juvenil, o que demonstra o boom que a literatura infantil vem vivendo nos últimos anos, alavancada por ótimos textos e excelentes ilustrações e projetos gráficos. A comissão julgadora foi composta pelo jornalista e escritor Cícero Belmar; escritor Conrado Falbo; especialista em crítica literária Luiz Reis; a mestra e doutoranda em Linguística, cujo objeto de estudo são os contos de fadas, Simone de Campos Reis; e a assessora pedagógica de bibliotecas comunitárias e agente de formação de leitores, Carmem Lúcia Bizerra Bandeira, colunista do site Interpoética. A comissão julgadora considerou critérios subjetivos como criatividade, originalidade, representação de gênero, prazer da leitura, entre outros.
Mariângela Haddad é bastante conhecida como ilustradora, tendo recebido diversas menções "Altamente Recomendável" da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (RJ) e o Prêmio de Incentivo do NOMA, Japão, em 1996. Começou a escrever em 2009, quando ganhou o concurso 5º Prêmio Barco a Vapor, da Fundação SM, São Paulo, com o livro O Sumiço da Pantufa. O livro O mar de Fiote, que venceu o concurso da Cepe na categoria Infantil, fala da descoberta de um mar inusitado e o início de uma amizade improvável, tendo como cenário uma cidade do interior. “Cheguei a imaginar o estranhamento que esse "mar mineiro" causaria num concurso de literatura promovido à beira-mar... Concursos são assim, indispensáveis, importantes, bem-vindos e causadores de frios na barriga”, disse ela.
Foi a primeira vez que Pedro Henrique Barros Portela, vencedor na categoria Juvenil, participou de um concurso literário. O texto foi escrito no final de 2010, “mais pelo exercício da escrita e pelo prazer imediatista dela”. A inspiração veio de sua admiração por gatos e pelo jazz, estilo musical que mais aprecia. A inscrição no concurso teve também o objetivo de ajudar a superar o medo da crítica. Ele confessa que ficou “atônito” com a notícia sobre o prêmio. “Nunca tinha ganho nada dessa forma antes, então não sabia como se reage a uma notícia dessas”.
CONCURSO SE CONSOLIDA – A repercussão do I Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil, realizado em 2010, e a qualidade editorial e gráfica dos livros que foram lançados em 2011, deixaram os vencedores do II Concurso com uma grande expectativa. Aline Bulhões, professora de língua portuguesa da Universidade Regional do Cariri, no Ceará, que tem dois livros infantis publicados - Uma baleia muito esperta e Raulzito, o jacaré – diz que tenta “trabalhar com as temáticas da liberdade individual, do direito de sonhar e de estar na contramão das imposições da coletividade. Quando escrevi a história do hipopótamo Everardo, procurei trazer essas ideias pro texto. Essa premiação é muito importante, pois dará visibilidade ao meu trabalho. Uma ótima oportunidade de publicação e de divulgação de livros. Além disso, sinto uma grande satisfação em saber que minha obra será divulgada por uma editora de Pernambuco e lida pelas crianças pernambucanas!”
João Paulo Vaz diz que “os concursos literários têm sido fundamentais” na sua carreira de escritor. Ele tem quatro livros publicados, dois deles através de concursos. As brincadeiras de princesas e aventuras das netas Janaína e Beatriz, de oito anos, foram a inspiração para escrever A valente princesa Valéria, que foge da narrativa tradicional ao colocar a princesa como salvadora do príncipe e depois os dois, para ganhar a liberdade, enfrentam juntos uma série de obstáculos.
Maria das vontades é o primeiro livro infantil da pernambucana Adriana Victor. Ex-repórter da Rede Globo Nordeste, ela tem reportagens publicadas em diversos jornais e revistas do país; é coautora de Ariano Suassuna: Um Perfil Biográfico, publicado pela editora Zahar, e autora dos textos de Encourados - Inventário Fotográfico, Investigação Sonora e Registros Escritos sobre o Vaqueiro e a Lida com o Gado. Em outubro de 2011, lançou Bonecos na Ladeira, livro sobre os gigantes do Carnaval de Olinda.
Viviane Veiga, de São Paulo, disse que ter um livro escolhido em um concurso nacional, como o da Cepe, “é uma alegria imensa para qualquer escritor”. Vencedora em dois concursos de poesia, esta é sua estreia em prosa e a primeira experiência voltada para o leitor juvenil. “Eu espero que o leitor se aproprie do texto e da poesia escondida nas páginas do Decifrador de poemas”. Viviane tem publicada a obra Mareliques da praia-louca, com ilustrações de Walther Moreira Santos (Editora Bicho Que Lê, PE), que venceu o Concurso PROAC de Publicação de Livros no Estado de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura. O MEC vai publicar sua obra Pé de alguma coisa pede outra, que venceu o II Concurso Literatura Para Todos, realizado pelo Ministério da Educação. Em 2012 deverá ser publicado também o Cordel de Teresinha, vencedor do Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel – Edição Patativa do Assaré, do Ministério da Cultura.
25 de outubro de 2011
1 de junho de 2011
LPT no Dique IX
OS CLÁSSICOS - PARTE 2
Maria do PT levou pra casa o livro O GUARANI; Lila levou A ESCRAVA ISAURA; Dona Lucia levou O CORTIÇO; Dona Zê ficou com ROMEU E JULIETA; eu fiquei com O TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA; e a nossa coordenadora geral, Cris, ficou com DOM QUIXOTE.
No dia 07 de abril elas trouxeram as experiências, considerações, dúvidas e histórias pra nossa roda de Leitura:
Dona Lucia trouxe uma caixa de papelão que para ela simbolizava a história de O CORTIÇO e se deliciou contando cada umas das tramas para nós, que acompanhamos antentas!
Lila leu A ESCRAVA ISAURA e recontou sua história para nós de uma maneira divertida, como não podia deixar de ser, já que é a mais animada e engraçada da turma!
Maria do PT achou O GUARANI confuso, mas não desistiu e continuou a leitura.
Dona Zê, Cris e eu comentaram sobre a diferença de suas histórias: ROMEU E JULIETA, DOM QUIXOTE e O TRISTE FIM DE POLICARPO QUARESMA.
Como a leitura vai muito além do passar dos olhos pelas letras, juntas, lemos 6 livros em 1 semana! Que delícia ouvi-las recontando cada um desses clássicos! E viva a Literatura!
E viva a Funarte e o Ministério da Cultura que nos proporcionaram essa possibilidade!
31 de maio de 2011
LPT no Dique VIII
COM A VEZ, OS CLÁSSICOS!
No dia 05 de abril, os clássicos da Literatura Universal invadiram a roda de leitura do Projeto Literatura Para Todos no Dique, no Ponto de Cultura Arte no Dique, em Santos.
Colocamos os livros da coleção NEOLEITORES, da Editora L&PM, na mesa e conversamos muito antes de iniciarmos a leitura. As participantes perceberam que conheciam a maior parte das histórias daqueles livros, seja por adaptações feitas para a televisão ou até mesmo por terem ouvido uma ou outra de algum conhecido.
Com base neste conhecimento prévio das histórias, escolhemos um livro para leitura coletiva: GARIBALDI E MANOELA: UMA HISTÓRIA DE AMOR, de Josué Guimarães.
À medida que líamos trechos da obra, muitas antecipavam os acontecimentos e a leitura quase se tornou uma narrativa oral emocionante desta história de amor!
Ao final do encontro, cada um escolheu uma obra para levar para a casa e fazerem a experiência de iniciarem e terminarem uma leitura sozinhas.
O que será que deu isso?
3 de maio de 2011
PORTAL LEITURA CRÍTICA
Comecei o mês de maio com um presente: minha entrevista para a Revista do Portal Leitura Crítica, sob a coordenação do super Dr. Ezequiel Theodoro da Silva.
Coloco aqui um trecho, mas você pode conferí-la na íntegra aqui: http://www.leituracritica.com.br/rev11/prumo/prumo8.htm
Dr. Ezequiel é uma sumidade na área da Educação, especialmente de Leitura. Além disso, ama pescar! Foi um dos primeiros leitores do Mareliques da Praia-louca e um incentivador do meu caminho!
A entrevista ficou super bacana!!! Confere aí um pedacinho:
Viviane, conte para os nossos leitores um pouco de você: onde mora, o que faz, formação, família, etc.
Eu moro entre a serra e o mar, na cidade de Cubatão, estado de São Paulo. Sou filha e mãe de artista, escritora, produtora cultural, além de ser pedagoga por formação. Também faço parte do Movimento Aliança de Misericórdia, um povo bem criativo que dedica parte do tempo para ajudar pessoas que estão abandonadas nas ruas. Penduro toda minha arte no blog www.varaldecasa.blogspot.com
Você se diz uma leitora inveterada... de onde vem isso? Fale sobre os responsáveis pelo seu amor à leitura.
Confesso que comecei a ler livros por acaso. Embora gostasse muito dos cadernos de poesia que fiz com ajuda da professora Rosa, eu iniciei a leitura de livros com O MENINO DO DEDO VERDE. Na verdade, eu me escondia atrás dele quando minha mãe me pedia para ajudá-la com as tarefas domésticas. Se dissesse que estava lendo, ela me eximiria do serviço. Foi assim, até que um dia comecei a ler pra valer. Mas minha paixão absoluta pela literatura despertou no tempo de formação acadêmica, quando percebi uma lacuna: os professores no período de formação inicial não são estimulados a ler literatura, nem adulta, nem juvenil, menos ainda infantil. Embora eu não seja muito a favor desta "separação" de livros em faixas etárias. Mas por conta desta ausência, eu passei a buscar muito mais a leitura de textos literários.
Com base na realidade educacional brasileira de hoje, como vê o papel da escola e dos professores na formação dos leitores?
A escola é a última esperança para a formação de leitores no nosso país. Gosto de uma comparação que Ana Maria Machado faz sobre a formação de leitores. Ela diz que não se pode aceitar que um instrutor de natação não saiba nadar; e que igualmente não podemos acreditar que um professor que não lê, estimule alguém a ler. Acredito nisto! Acredito na força da escola e do professor para formar um país leitor. Mas precisamos, antes, de professores leitores, apaixonados pela leitura. Eu acredito que chegaremos lá. Se não acreditasse, pararia de escrever... de ler, nunca!
Eu moro entre a serra e o mar, na cidade de Cubatão, estado de São Paulo. Sou filha e mãe de artista, escritora, produtora cultural, além de ser pedagoga por formação. Também faço parte do Movimento Aliança de Misericórdia, um povo bem criativo que dedica parte do tempo para ajudar pessoas que estão abandonadas nas ruas. Penduro toda minha arte no blog www.varaldecasa.blogspot.com
Você se diz uma leitora inveterada... de onde vem isso? Fale sobre os responsáveis pelo seu amor à leitura.
Confesso que comecei a ler livros por acaso. Embora gostasse muito dos cadernos de poesia que fiz com ajuda da professora Rosa, eu iniciei a leitura de livros com O MENINO DO DEDO VERDE. Na verdade, eu me escondia atrás dele quando minha mãe me pedia para ajudá-la com as tarefas domésticas. Se dissesse que estava lendo, ela me eximiria do serviço. Foi assim, até que um dia comecei a ler pra valer. Mas minha paixão absoluta pela literatura despertou no tempo de formação acadêmica, quando percebi uma lacuna: os professores no período de formação inicial não são estimulados a ler literatura, nem adulta, nem juvenil, menos ainda infantil. Embora eu não seja muito a favor desta "separação" de livros em faixas etárias. Mas por conta desta ausência, eu passei a buscar muito mais a leitura de textos literários.
Com base na realidade educacional brasileira de hoje, como vê o papel da escola e dos professores na formação dos leitores?
A escola é a última esperança para a formação de leitores no nosso país. Gosto de uma comparação que Ana Maria Machado faz sobre a formação de leitores. Ela diz que não se pode aceitar que um instrutor de natação não saiba nadar; e que igualmente não podemos acreditar que um professor que não lê, estimule alguém a ler. Acredito nisto! Acredito na força da escola e do professor para formar um país leitor. Mas precisamos, antes, de professores leitores, apaixonados pela leitura. Eu acredito que chegaremos lá. Se não acreditasse, pararia de escrever... de ler, nunca!
11 de abril de 2011
LPT no Dique VI
COM A PALAVRA, AS CRÔNICAS!
É isso aí, nossas neoleitoras mergulharam nas possibilidades que a crônica dá ao escritor e aos leitores. Elas leram as feitas pelo autor César Dias, no livro TUBARÃO COM A FACA NAS COSTAS, da I Coleção Literatura Para Todos, do MEC.
Como no decorrer da leitura nós nos embrenhamos em crônicas faladas de cada uma das participantes, tivemos que usar dois encontros para ler o livro (22 e 24/03/2011). Valeu a pena!
Agora elas já conhecem a poesia em suas mais variadas formas (inclusive os limeriques), o conto e a crônica. Estão quase chegando lá! E muito animadas, por sinal!
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Tubarão com a Faca nas Costas
17 de março de 2011
LPT no Dique V
FELTRO, TECIDOS, POESIA E ALTOS PAPOS...
Esse foi o material necessário para as participantes do projeto Literatura Para Todos no Dique transformarem a noite de terça feira (15/03/2011) numa praia muito louca e divertida.
Mudamos um pouco o rumo dos nossos encontros, que até agora estavam baseados na leitura dos livros da I Coleção Literatura Para Todos, e navegamos no mar de outras palavras: o MARELIQUES DA PRAIA-LOUCA, de minha autoria.
Lila
Elas se divertiram com os mareliques e também aprenderam um pouco mais sobre poesia, sobre as diferenças do poema com forma fixa e os de versos livres. Quando o livro terminou ela reclamaram dizendo que eu devia ter escrito mais... Não tem preço ter leitoras como elas!
Depois da leitura e releitura do livro, empreendemos em criar uma praia com feltro, tecidos, linhas e muita criatividade. O resultado você confere aqui nestas fotos:
Elas não são umas lindas? São com esses tesouros que a Literatura nos presenteia...
Hoje, 17/03/2011, elas continuaram no ritmo da construção, só que desta vez foi de poemas. Juntas, fizeram 5 poemas: 4 limeriques e 1 de versos livres. Tanta criatividade, tanta poesia, tanta vida, que ficamos emudecidas. Só quem falou foram as palavras delas. O que elas escreveram? Infelizmente ficará em segredo, por enquanto. Nosso sonho é que eles preencham um livro, em breve!
9 de março de 2011
LPT no Dique III
QUEM CONTA UM CONTO AUMENTA O MUNDO
Na semana passada foram os contos da I Coleção Literatura Para Todos que embalaram o bate papo do Projeto Literatura Para Todos no Dique. Antes de mergulharem nas histórias curtas e eletrizantes dos dois livros, as participantes conheceram um pouco sobre a diferença entre os poemas da outra semana e os contos desta.
Na semana passada foram os contos da I Coleção Literatura Para Todos que embalaram o bate papo do Projeto Literatura Para Todos no Dique. Antes de mergulharem nas histórias curtas e eletrizantes dos dois livros, as participantes conheceram um pouco sobre a diferença entre os poemas da outra semana e os contos desta.
Na terça (01/03/2011), o mistério do livro de Luis Pimentel, CABELOS MOLHADOS, deu um ânimo nas neoleitoras que travaram um debate sobre o final do conto que tem o mesmo título do livro.
Na disputa verbal, venceu a sabedoria de Dona Zê, uma das fundadoras do Instituto Arte no Dique e que ainda está sendo alfabetizada. Ela foi a única que matou a charada do instigante Luis Pimentel, que você só saberá quando ler o livro, claro!
Com algumas diferenças no nível de leitura, são todas muito sábias, divertidas e inteligentes.
Ver a Literatura que chega até onde antes não tinha acesso é mais gratificante do que qualquer outro trabalho.
Pra finalizar a atividade com o livro Cabelos Molhados, empreendemos em colocar no papel o que lemos. Deixamos de lado as vergonhas e desenhamos como crianças. É um atividade muito válida após a leitura, pois nos ajuda a transportar o que lemos ou ouvimos para o papel, de forma concreta. Em breve, as obras de arte da turma estarão no blog do projeto!!!!!
20 de fevereiro de 2011
LPT no Dique!
LPT no Dique é o LITERATURA PARA TODOS no Dique! Projeto que realizo com Ana Cristina Araujo, apoiado pela Funarte e pelo Ministério da Cultura através do PRÊMIO INTERAÇÕES ESTÉTICAS- Residências Artísticas em Pontos de Cultura - 2010.
O objetivo do projeto é fomentar a leitura de Literatura com os adultos participantes do ponto de cultura ARTE NO DIQUE. Faremos isto com a I Coleção Literatura Para Todos, publicada pelo MEC. A Coleção foi feita especialmente ao público neoleitor, aquele jovem, adulto, idoso, recém alfabetizado que ainda não adquiriu o hábito da leitura.
Semana passada fizemos a primeira fase do Projeto. Visitamos o ponto de cultura ARTE NO DIQUE, convidamos as pessoas a participarem dos encontros semanais, enfim, estivemos mais próximos da realidade das pessoas que moram no Dique da Vila Gilda.
Dique da Vilda Gilda - Santos/SP
Na sexta feira conhecemos as artesãs do ECO DIQUE, um projeto que tem como professora a Jurema, uma pessoa especial, como todas as outras mulheres que participam do projeto. Convidamos o grupo para participar das atividades do LPT no Dique, mostramos os livros da coleção, conhecemos o trabalho que elas realizam e, como não podia deixar de ser, comprei dois produtos delas, belíssimos!
Conheça os livros da I Coleção Literatura Para Todos, que serão distríbuídos aos participantes do projeto, disponíveis no www.domíniopublico.gov.br:
Cobras em Compota; Abraão e as Frutas; Batata Cozida e Mingau de Cará; Caravelas: redescobrimentos; Cabelos Molhados; Entre a Juntura dos Ossos; Família Composta; Léo, o Pardo; Madalena; e Tubarão com Faca nas Costas.
Conheça os livros da I Coleção Literatura Para Todos, que serão distríbuídos aos participantes do projeto, disponíveis no www.domíniopublico.gov.br:
Cobras em Compota; Abraão e as Frutas; Batata Cozida e Mingau de Cará; Caravelas: redescobrimentos; Cabelos Molhados; Entre a Juntura dos Ossos; Família Composta; Léo, o Pardo; Madalena; e Tubarão com Faca nas Costas.
16 de fevereiro de 2011
Curso FORMATAÇÃO DE PROJETOS II
Cubatão oferece curso gratuito de Formatação de Projetos Culturais
| Os 40 participantes vão aprender a elaborar projetos para concorrer em editais públicos, prêmios e captar recursos Cubatão tem saído na frente quando o assunto é Cultura e o fornecimento de qualificação nesta área. Desta vez, a Secretaria de Cultura (Secult) oferece Curso gratuito de Formatação de Projetos – editais, leis de incentivo e prêmios. As inscrições podem ser feitas até 4/3 na Biblioteca Municipal (Av. Nove de Abril, 1977). São oferecidas 40 vagas e as aulas vão ser realizadas na própria Biblioteca, três vezes por semana, das 19h às 22h. De acordo com a escritora Viviane Veiga Távora, professora do Curso, os alunos vão aprender a elaborar projetos culturais e a maneira de apresentá-los para concorrerem em editais públicos, captar recursos através das leis de incentivo e vencer prêmios. O curso é dirigido às mais diversas expressões com dança, literatura, teatro, música, circo, moda, entre outras. O objetivo é preparar os artistas e produtores culturais para que obtenham apoio financeiro do governo, participando de editais e prêmios. Mas a professora avisa que o segredo para ter um projeto aprovado não é apenas a maneira de apresentá-lo e, sim, a qualidade do trabalho. “Este produto pode ser um livro, uma peça, um conjunto integrado de ações. Não adianta você ter um ótimo projeto formatado se sua arte não é de qualidade”, afirma Viviane. Ela diz ainda que para elaborar um plano de maneira convincente existem alguns segredos, mas o principal é prestar atenção às exigências do Edital ou Prêmio em que está se inscrevendo, e promete abordar o assunto durante o Curso. Experiência de sobra – Viviane Távora foi escolhida como a palestrante por conta da sua larga experiência na área. Pedagoga, produtora cultural e escritora, desde 2008 ela participa de editais, obtendo sucesso em grande parte deles. Em 2010 ela foi contemplada quatro vezes, em âmbitos estadual e nacional (II Concurso Literatura para Todos, Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel). Um dos incentivos foi o Proac, Programação de Ação Cultural do Estado, que permitiu à autora a publicação do livro “Mareliques da Praia-Louca”, que será lançado dia 25/3 às 15h na Biblioteca Municipal. Serviço Curso gratuito de Formatação de Projetos – editais, leis de incentivo e prêmios Inscrições até 4/3 Local: Biblioteca Municipal – Av. Nove de Abril, 1977 Informações: 3361-6844 Texto: Morgana Monteiro Fonte: www.cubatao.sp.gov.br |
15 de dezembro de 2010
varal de cordel
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Feliz da vida com um novo prêmio: Prêmio MAIS CULTURA de Literatura de Cordel - Edição Patativa do Assaré, do Ministério da Cultura!
Teresinha, Teresinha...
Em breve você poderá conferir... Peraí!
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4 de dezembro de 2010
varal de Panapaná!
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Quebrando o silêncio da língua que o gato comeu: mais um projeto aprovado na área! Mais um com minha amiga Ana Cristina. É o PANAPANÁ e você não perde por esperar!!!
Ah! E tem a Nice Lopes com as ilustras... ai, ai...
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24 de agosto de 2010
varal de bons ventos
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Bons ventos trazem notícias frescas da Cidade Maravilhosa...
Foi assim: abri o Diário Oficial enquanto o google me ajudava a descobrir o vencedor do Prêmio Barco a Vapor 2010.
No D.O. eu encontrei mais um prêmio que eu ganhei. Desta vez em parceria com minha amiga Ana Cristina Araujo: Prêmio FUNARTE de Interações Estéticas nos Pontos de Cultura. O Projeto é para alunos de EJA: Literatura Para Todos no Dique.
Ao mesmo tempo o google achou a Stella, minha amiguinha-de-infância, como vencedora do Barco a Vapor 2010. E parabéns pra ela!!!
Haja chá de camomila, meu Deus!
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