Quem me fez esta pergunta oficialmente foi meu marido.
Embora eu tenha a opinião de que um bom livro infantil pode e deve ser também para adultos, os poemas do livro SEM PÉ NEM CABEÇA foram escritos para adultos, mas podem e devem ser lidos por crianças e jovens.
São poemas curtos, alguns com características de poesia visual, outros que brincam com os diversos meios de uso da palavra pé e do verbo pedir, etc.
Inicialmente ele foi escrito para adultos neoleitores (estudantes das turmas de EJA - Educação de Jovens e Adultos), porque o concurso que ele venceu era para isso. Mas com o tempo fui dando umas pitadas, mudadas, corrigidas e, na minha opinião, ele ficou universal. Assim espero!
Se quiser adquirir um exemplar, você pode contribuir com R$30,00 lá na minha campanha:
http://www.kickante.com.br/campanhas/livro-premiado-sem-pe-nem-cabeca
Quando a campanha atingir 30% vou postar alguns poemas de tira gosto, tá?
Beijos!
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15 de junho de 2015
13 de junho de 2015
POR QUE VOCÊ NÃO PUBLICOU O LIVRO COM UMA EDITORA?
Algumas pessoas me perguntaram por qual razão eu não publiquei o livro por uma Editora e estou fazendo uma campanha para publicá-lo.
O livro SEM PÉ NEM CABEÇA tem o título original PÉ DE ALGUMA COISA PEDE OUTRA. Tô contando isto porque com este título ele devia ter sido publicado pelo MEC, em 2009. Mas não foi. Esperamos 5 anos por esta publicação e nada!
Agora que o direito de publicação do livro voltou para minha mão, tenho pressa em publicá-lo e o processo por uma editora é longo. Passa desde uma editora querer publicá-lo até disponibilidade orçamentária, etc.
Quero logo este livro na mão do leitor!
Se você quer me ajudar, visite o site da campanha: http://www.kickante.com.br/campanhas/livro-premiado-sem-pe-nem-cabeca
Beijos,
Viviane
O livro SEM PÉ NEM CABEÇA tem o título original PÉ DE ALGUMA COISA PEDE OUTRA. Tô contando isto porque com este título ele devia ter sido publicado pelo MEC, em 2009. Mas não foi. Esperamos 5 anos por esta publicação e nada!
Agora que o direito de publicação do livro voltou para minha mão, tenho pressa em publicá-lo e o processo por uma editora é longo. Passa desde uma editora querer publicá-lo até disponibilidade orçamentária, etc.
Quero logo este livro na mão do leitor!
Se você quer me ajudar, visite o site da campanha: http://www.kickante.com.br/campanhas/livro-premiado-sem-pe-nem-cabeca
Beijos,
Viviane
12 de junho de 2015
O QUE É CROWDFUNDING?
Muitas pessoas estão me fazendo perguntas sobre a campanha para publicação do meu livro SEM PÉ NEM CABEÇA.
Esta campanha é uma campanha de crowdfunding. Mas o que é isto?
Crowdfunding é uma forma de financiamento coletivo para realização de um projeto (pessoal, coletivo, social, cultural, esportivo, etc.).
Neste modo de financiamento você não doa e depois sai de mãos abanando, não. Sempre que você fizer uma doação em uma campanha de crowdfunding, você receberá uma recompensa que pode ser física, como um livro ou um CD, ou afetiva, como um agradecimento no Facebook ou seu nome nos agradecimentos do livro.
Eu estou com uma campanha em andamento. Por exemplo, se você doar R$30,00 vai receber um exemplar do livro em casa, sem custo, autografado e um brinde surpresa. Se você fosse comprar o livro, seria R$ 30,00 mais o frete, não teria o brinde surpresa e nem teria a satisfação de saber que você ajudou a publicar um livro.
Dá uma olhada nas outras recompensas da minha campanha:
Beijos!
11 de agosto de 2012
Você sabe o que são neoleitores?
Nesse mês de agosto eu recebi um presente do SESI/SP: a oportunidade de estar com alunos de EJA, seus professores e coordenadores, em 4 cidades do ABC.
Em todos as unidades (Mauá, Santo André, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo), eu iniciei o bate papo com um poema de Fernando Pessoa:
LIBERDADE
Ai que prazer
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Não cumprir um dever,
Ter um livro para ler
E não fazer!
Ler é maçada,
Estudar é nada.
Sol doira
Sem literatura
O rio corre, bem ou mal,
Sem edição original.
E a brisa, essa,
De tão naturalmente matinal,
Como o tempo não tem pressa...
Livros são papéis pintados com tinta.
Estudar é uma coisa em que está indistinta
A distinção entre nada e coisa nenhuma.
Quanto é melhor, quanto há bruma,
Esperar por D.Sebastião,
Quer venha ou não!
Grande é a poesia, a bondade e as danças...
Mas o melhor do mundo são as crianças,
Flores, música, o luar, e o sol, que peca
Só quando, em vez de criar, seca.
Mais que isto
É Jesus Cristo,
Que não sabia nada de finanças
Nem consta que tivesse biblioteca...
Logo depois, eu dividi com eles os 10 direitos imprescritíveis do leitor, de Daniel Pennac. E o primeiro deles, O DIREITO DE NÃO LER, foi o que mais espantou as turmas. E nessa hora os coordenadores e professores devem ter ficado de cabelo em pé.
Aliás, todos eles leram, em primeira mão, os poemas do meu livro PÉ DE ALGUMA COISA PEDE OUTRA, escrito especialmente para eles, alunos de EJA. Eu vi sorrisos, e gostei muito! Os cabelos também saíram do pé, porque partilhei com eles do meu processo criativo, da delícia que é ler um livro que se gosta, da importância da cultura popular para a Literatura escrita e mostrei que eles já leram mais do que imaginam terem lido, pois leram o MUNDO! Agora, basta apenas se aventurar nas palavras que revelam outros mundos, outras possibilidades.
Neoleitores são aqueles homens e mulheres sensacionais que tiveram a coragem de voltar a estudar depois de 10, 20, 30 anos, que leram na vida muitas histórias e que agora começam a se aventurar na palavra escrita, na tinta que pinta o papel com a Literatura.
Eles adoraram os poemas do 5x5 que ganharam ao final do bate papo. O preferido foi esse aqui:
O projeto do SESI/SP de levar os escritores até os alunos se chama LITERATURA VIVA. E eu saí assim, bem mais viva de lá!
31 de janeiro de 2012
Como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?
Como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?
AQUI é o lugar exato onde me encontro: sentada na cadeira giratória do meu home-office-dormitório, escrevendo esse texto.
Veja bem, eu poderia estar em qualquer outro lugar e – acredite - esta não é uma simples divagação-clichê; é uma afirmação real sobre minha existência. Eu podia, por que já quis e pude, ser tantas coisas, fazer tantas coisas, criar tantas outras, que estar AQUI neste exato lugar é digno de auto-análise.
É marcante a constatação que acabo de fazer: eu estou aqui por causa dos pseudônimos!
Se não existissem os pseudônimos eu talvez não estivesse AQUI; mas ALI, pensando nos pacientes que atendi durante o dia, ou dando aulas para alunos de EJA, ou numa missão da NASA.
Por que os pseudônimos existem, eu estou AQUI.
Mais especificamente, AQUI significa um livro publicado, quatro deles a caminho (TODOS através de concursos e prêmio literários), e dezenas de outros no pen drive esperando sua maturação, ou premiação.
Chegar até AQUI foi um caminho inesperado. Eu simplesmente arrisquei sem a mínima intenção de acertar o alvo. Só não queria passar pela vida sem tentar. Tentei!
Aprendiz de Flora.
O primeiro pseudônimo, do primeiro livro, do primeiro prêmio, não dá para esquecer. Aprendiz vem de mim. E Flora é da Flora Figueiredo, quem mais me inspirava na adolescência.
Aprendiz de Flora, catapum!
Arrebentou as portas. Com pé-direito? Não, com os dois pés; de voadeira. Pé mesmo! Porque PÉ DE ALGUMA COISA PEDE OUTRA.
Viviane Veiga Távora? Que nada! Isso não abre nem fresta em janela de casa de boneca.
Aprendiz de Flora, SUR-PRE-SA!
“Quem é essa tal de Viviane?” - pensaram. Suspiros, inquietações. “Trinta anos, ela tem trinta anos!”. Por quê? Pensaram que eu tivesse menos, jurados? Ou talvez mais? Ou talvez, pensassem que eu fosse outra pessoa que não a Viviane? Talvez nem tão aprendiz...
Sim, eu vi o vídeo com a abertura dos envelopes do II Concurso Literatura Para Todos, realizado pelo Ministério da Educação. A edição das imagens foi cortesia do próprio MEC. Um deleite para mim e para a Aprendiz, de Flora, de Adélia, de Lygias...
E como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?
A pergunta ainda requer cartografia. Mas o ponto de partida já foi delineado: os pseudônimos. Ah, os pseudônimos...
29 de junho de 2011
varal de surpresa ainda indefinida
Pra mim foi uma supresa ter sido uma das selecionadas para o Mapa Cultural Paulista 2011/2012 da minha cidade, Cubatão. Não me espantaria se alguém gostasse do meu poemeto. Eu gosto dele:
seus olhos
bolhas de sabão
onde escondo
meus sonhos
pluft!
O meu espanto, a minha surpresa ainda indefinida (por não saber se boa ou ruim), foi ter sido escolhida na categoria Crônicas, com uma crônica maluquinha, maluquinha, como são meus limeriques: CRÔNICA(S)EMPÂNICO. É a minha primeira!!!
Como dei sorte no primeiro poema oficial, que transformou-se no livro PÉ DE ALGUMA COISA PEDE OUTRA e ganhou concurso nacional, e será publicado com 600 mil cópias, e teve apresentação de Carpinejar e comentário de Dr. Ezequiel Theodoro da Silva... vai que dá, né?
Enfim, tô lá, seja o que Deus quiser e aos jurados aprouver!
Notícia do www.cubatao.sp.gov.br
| Postado por Departamento de Imprensa |
| Ter, 28 de Junho de 2011 17:13 |
| Doze nomes foram selecionados para representar a cidade na fase regional do Festival Mais de 30 artistas inscritos entre músicos, bailarinos, poetas, artistas plásticos e atores: a fase municipal do Mapa Cultural Paulista foi uma grande festa, reunindo o movimento cultural cubatense. Em três dias de seletiva, os artistas tiveram a oportunidade de mostrar à comunidade todo seu talento. O resultado com os nomes dos vencedores foi revelado neste domingo (26/6), no Bloco Cultural. Agora, os 12 nomes selecionados em Cubatão seguem na disputa regional, onde vão competir com representantes das outras oito cidades da Baixada Santista. Esta edição do Festival foi recheada por doces supresas. Na escolha dos vencedores no segmento Literatura, os jurados fizeram uma mesa-rendonda e trocaram ideias com os participantes. Neste segmento, foram selecionados autores em Conto (Bobo Plin, com “Senhorinha do Amor”), Crônica (Viviane Távora, com “Crônica(s)empânico”) e Poesia (Carlos Roque, com “Matilha”; Leonardo Só, com “Pássaro vadio” e Roberto Faccoro, com “Esperando o Canal 6”). Um dos segmentos mais disputados foi o de Música Instrumental, com cinco equipes inscritas. O vencedor foi o Grupo “Cartoons”, formado por músicos da Banda Marcial de Cubatão. Com uma formação dedicada à difusão de temas de desenhos animados e games, o sexteto formado por jovens instrumentistas arrancou muitos aplausos, durante a seletiva, no último fim de semana. Na seletiva de Teatro, o escolhido foi o ator Fabiano di Mello, com a peça “O Vendedor”. Já a seletiva de Dança reuniu três importantes grupos da cidade. A Cia de Dança da Sinfônica ficou com o bicampeonto – já que também foi a escolhida na edição 2009 do Mapa. Desta vez, conquistou o espaço com a coreografia “Golden Days”, que também será destaque no Festival de Dança de Joinville, em Santa Catarina, considerado o maior do gênero no mundo. No segmento Artes Plásticas, sete pessoas inscreveram suas obras. Os escolhidos foram Marco Tuin, com o óleo sobre tela intitulado “Janela do meu Brasil”, e Laura Neyde com a obra “Doença na sociedade”. A artista fez um adendo ao combate à exploração sexual infantil, utilizando materiais inusitados como betume, colagem de papéis, aquarela. O Coral Zanzalá foi o representante de Canto Coral, representando Cubatão pela terceira vez consecutiva. Em duas edições (2007 e 2009), o Grupo Artístico também ficou com a vaga de representante regional. No segmento Vídeo, foi escolhida a obra de ficção “Uma vida dissabor”, de Dilson Mato Grosso e Henrique Ramos. Antônio Simões, coordenador do Mapa Cultural em Cubatão, atribui o sucesso do Festival na cidade à constante participação dos artistas. “Mais uma vez, integramos o Festival com representantes em todos os segmentos propostos do Mapa. Para a cidade isso é muito bom e reforça nosso potencial na área cultural”, afirmou. De acordo com Simões, pelo menos mil pessoas, entre artistas e público, participaram dos três dias de seletivas. Este ano, Cubatão sediará a etapa regional do segmento Música Instrumental. A escolha está marcada para o dia 11 de setembro, no Bloco Cultural. Texto: Morgana Monteiro Foto: Henrique Ramos Link para fotos 20110627-SECULT-Mapa resultados-MM |
28 de maio de 2010
varal de pré-natal II
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Ô fiote difícil de nascer... O Pé de Alguma Coisa Pede Outra está pronto! Segundo fontes seguras e governamentais, está muito bonito e foi muito elogiado.
Mas como alguém pode ter visto a cara dele, assim, antes de mim? E ainda elogiá-lo? Mãe nenhuma aguenta isso!
Bom, o importante é que ele sai... Ele verá a luz dos olhos leitores depois do tão disputado pleito eleitoral de outubro. Assim espero!
Enquanto isso sabe o que eu tô fazendo? Um montão de coisas, mas a melhor delas é acompanhar o Walther (magnífico) ilustrar outro livro meu. Nome secreto, cheiro-de-mar... delícia! Torce comigo! Assim logo-logo ele aumentará a família...
Mas como alguém pode ter visto a cara dele, assim, antes de mim? E ainda elogiá-lo? Mãe nenhuma aguenta isso!
Bom, o importante é que ele sai... Ele verá a luz dos olhos leitores depois do tão disputado pleito eleitoral de outubro. Assim espero!
Enquanto isso sabe o que eu tô fazendo? Um montão de coisas, mas a melhor delas é acompanhar o Walther (magnífico) ilustrar outro livro meu. Nome secreto, cheiro-de-mar... delícia! Torce comigo! Assim logo-logo ele aumentará a família...
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3 de abril de 2010
varal de PÉ
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Do Pé de alguma coisa pede outra eu só posso dizer que eles disseram isso aqui, ó:
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Do Pé de alguma coisa pede outra eu só posso dizer que eles disseram isso aqui, ó:
"Tome, minha segunda infância é totalmente sua. Só não empresto minha mãe." Fabricio Carpinejar
"Enredado e curioso pela sequência de poemas, fui levado a criar na minha mente múltiplas imagens, como se da sintaxe das palavras brotassem cenas, situações, lembranças, arranjos, etc na minha mente. Algumas dessas imagens me levaram a ser menino novamente (...)" Ezequiel Theodoro da Silva
Tá bom, né? Logo, logo ele sai e você poderá emprestar a segunda infância do Farbricio e voltar a ser menino como o Ezequiel ... E eu ficarei feliz, feliz!!!
"Enredado e curioso pela sequência de poemas, fui levado a criar na minha mente múltiplas imagens, como se da sintaxe das palavras brotassem cenas, situações, lembranças, arranjos, etc na minha mente. Algumas dessas imagens me levaram a ser menino novamente (...)" Ezequiel Theodoro da Silva
Tá bom, né? Logo, logo ele sai e você poderá emprestar a segunda infância do Farbricio e voltar a ser menino como o Ezequiel ... E eu ficarei feliz, feliz!!!
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