19 de julho de 2013

MARIMBONDO NA PERUCA

E neste dia que recebi as ilustras do meu livro novo para aprovar, compartilho uma curiosidade do mundo de Lewis Carroll e Alice.
 
Na segunda edição do livro ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO, Carroll retirou uma parte da obra: MARIMBONDO NA PERUCA. E sabe por quê? O ilustrador John Tenniel não gostava do trecho e também não sabia desenhar um marimbondo, então sugeriu ao autor que o retirasse.

 

15 de julho de 2013

O mundo de Alice no meu!

Escrever um livro é a reprodução de um novo mundo que antes só existia na nossa imaginação. Mas criar um livro baseado em outros livros e no mundo de outro escritor é um grande desafio!

Eu assumi este desafio com o apoio da Biblioteca Nacional e vou escrever um texto inspirado nos livros AVENTURAS DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS e ALICE ATRAVÉS DO ESPELHO, ambos de Lewis Carrol.

O título e o tipo ainda ficam guardadinhos no meu pen drive e nos cadernos novos que comprei só para esses rascunhos. Mas as curiosidades que for descobrindo no caminho, vou compartilhar por aqui:

http://varaldecasa.blogspot.com.br/search/label/ALICE

Vivi ♥

16 de junho de 2013

Até mais, Tati!

Registro de um encontro, em julho de 2011,
que marcou minha vida,
com Tatiana Belinky (*1919 +2013).




 Na tarde só dela e minha,
brincamos qual duas meninas,
matamos saudades
dos dois nossos pais,
papeamos e traçamos rimas!

15 de junho de 2013

Do medo e da alegria de estar com crianças!

Estar com crianças é uma aventura. Uma adrelina a que o escritor de Literatura Infantil está deliciosamente fadado para o resto da vida. Eles são nossa (minha, minha, minha) razão de escre-vi-ver. Não precisamos estar com as crianças ao escrever para elas. Precisamos, sim, estar-crianças. 

Mas depois que se escreve e se publica, com quem mais estaríamos?

Só que dá medo. Porque criança quando quer fazer café, faz com o pó jogado direto na água: forte! Crianças não usam filtro como nós e falam, falam mesmo, o que querem. Uma delícia de café que às vezes pode vir bem forte, enfarinhado de grão. Mesmo assim, uma delícia. É um café-maternidade, padecer no paraíso.

Quando elas levantam o dedo para fazer uma pergunta, o coração gela, pode ser qualquer coisa. Uma pergunta já feita 3 vezes ou uma afirmação como "Quando eu era criança, eu era do tamanho do Lucas, tia!", e você responde bem séria, como respondeu às outras perguntas e faz festa, por que é.

Dois minutos depois de os dedinhos se desinquietarem com as perguntas vem aquele abraço molhado de suor no final do corredor, de quem não consegue ir embora sem um contato físico com você, ou uma confissão de que está apaixonada (como seu poema) por "aquele menino ali, que tá brincando de lutinha com o de blusa vermelha", ou uma salva de palmas só por que eles acham que se você escreveu um livro tão mágico, talvez seja bruxa, fada e até famosa.

Deve ser assim andar de montanha russa ou pular de body jump, dá um frio na barriga nos primeiros 10 segundos e uma emoção incomporável depois e depois e depois...

É assim com as crianças, do medo à alegria em 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e viva!

Viva!

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13 de junho de 2013

Livro fresco, colhido no pé!

 
 
 
"Neste PÉ DE LIMERIQUE não nascem frutas, flores ou folhas. Nascem palavras que, juntas, formam poemas curtinhos que brincam com sons e falam de coisas divertidas - às vezes sem pé nem cabeça!
Abra as páginas deste livro e descubra com brincar com as palavras e fazer uma plantação de limeriques."