26 de fevereiro de 2012

Tatiana é uma das mais importantes autoras de poemas Limeriques do Brasil. O Concurso vai realizar oficinas literárias e premiar os estudantes mais criativos

Apostar no talento e criatividade das crianças, incentivando o prazer pela Leitura: esta é a principal ideia do Prêmio Tatiana Belinky de Limeriques. O Concurso é o primeiro do tipo realizado na Baixada Santista e vai envolver alunos de escolas públicas e particulares das nove cidades da Região Metropolitana. O Concurso Literário quer divulgar os “limeriques”, que são poemas curtos, com cinco versos rimando entre si e que sempre falam de coisas malucas.

O Prêmio oferece várias atividades voltadas para estudantes com idade entre 6 e 11 anos (Ensinos Fundamental I e II). De 1º de março a 17 de abril serão ministradas oficinas literárias gratuitas em Cubatão, Santos, São Vicente, Guarujá, Bertioga, Praia Grande, Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe. Nessas aulas – duas em cada município, os professores aprenderão a criar os limeriques para que, depois, repassem o conhecimento aos alunos.

Em uma segunda etapa, aí sim, os estudantes poderão mostrar toda sua criatividade, inscrevendo os limeriques que inventaram no Prêmio Literário. As inscrições serão aceitas de 18 de abril até 2 de junho, somente no site www.portalpanapana.com.br/premio. A seleção acontece em junho e julho por uma banca composta por nomes como César Tadeu Obeid (premiado escritor e educador) e Regina Gulla (escritora e professora de poesia). O resultado sai em agosto e a premiação será dia 24/8, Dia do Artista.

Premiação – Os autores mirins dos cinco limeriques mais interessantes recebem prêmios como computador, notebook, netbook, troféus e kit de livros. Além disso, as escolas e os professores dos cinco primeiros colocados também ganham kits de livros. Os alunos escritores dos 100 melhores limeriques levam um exemplar da publicação Mareliques da Praia-Louca e um broche do projeto Eu amo Limeriques!. O Prêmio Tatiana Belinky é realizado pela Cooperativa Cultural do Brasil, empresa VARAL – Educação e Cultura e conta com apoio do Proac– Programa de Ação Cultural da Secretaria do Estado da Cultura e parceria da UniSanta.

“Esperamos a participação maciça dos estudantes por meio do incentivo de seus pais e professores. O objetivo do Prêmio é, também, estimular a produção poética através dos limeriques”, afirma Viviane Veiga Távora, criadora do Concurso. Viviane é escritora, produtora cultural e a autora de Mareliques da Praia-Louca (livro infantil de limeriques patrocinado pelo Proac), Pé de alguma coisa pede outra (II Prêmio Literatura para todos, do MEC, com tiragem de 600 mil cópias), vencedora do Prêmio da Funarte Interações Estéticas com o projeto “Literatura para todos no Dique”, além de idealizar o portal www.portalpanapana que tem oficinas virtuais de poesia e divulga a Literatura.

Por que Tatiana Belinky? – O nome do Prêmio é uma homenagem à escritora Tatiana Belinky, criadora do termo aportuguesado “limerique” para indicar o poema conhecido como “limerick”. Foi ela quem divulgou esse tipo de poesia no Brasil. Aos 93 anos de idade, Tatiana costuma dizer que acha os limeriques engraçados: “Li algo sobre limeriques em uma revista e pensei: isso dá ritmo, é ótimo para fazer algumas brincadeiras. Posso brincar com isso de outra maneira. E a criança, que não é nada boba, vai entender direitinho”. O exemplo abaixo é de autoria da própria Tatiana:

Ao ver uma velha coroca
Fritando um filé de minhoca
O Zé Minhocão
Falou pro irmão:
“Não achas melhor ir pra toca?”

A forma do poema é bastante específica e garante aceitação imediata da garotada, tendo em vista a sonoridade, ritmo, rima e imagens. Tatiana Belinky é uma das mais importantes escritoras infantojuvenis contemporâneas, autora de cerca de 120 livros como os títulos Limeriques das Coisas boas, Rimas de ninar, Bicholique, Bragaliques, entre outros.´

Embora russa, Tatiana está radicada no Brasil há quase 80 anos. Sempre trabalhou com a Literatura infantojuvenil, fazendo adaptações de clássicos para TV e, posteriormente, escrevendo artigos, crônicas e crítica de literatura infantil para os jornais Folha São Paulo, Estadão e Jornal da Tarde. Em 1985, despontou como escritora e quatro anos depois, recebeu o Prêmio Jabuti, além do Nestlé e da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. Em 2010 passou a ocupar a cadeira 25 da Academia Paulista de Letras.

texto: Morgana Monteiro
www.portalpanapana.com.br/premio
 

16 de fevereiro de 2012

Mareliques da Praia-louca e seu primeiro ano!

Parabéns pra você! Principalmente se você se arriscou e leu o Mareliques da Praia-louca que no mês de fevereiro faz 1 ano de vida publicada.

Nesses 365 dias o Mareliques só me deu alegria. É meu primeiro livro publicado e o primeiro é assim: xodó até que venha o segundo, porque filho predileto é sempre o mais novo, né? :)

As crianças AMARAM o Mareliques da Praia-louca. Isso eu conto e mostro:

Alunos da Escola ABC

Turma da Escola Evolução

Teve gente grande e ilustre que também gostou muito do livro. A Tatiana Belinky gostou tanto que disse até que eu estava me tornando sua concorrente, pode?

Essa aqui é a Nice Lopes (ilustradora famosa e talentosa) no lançamento da Edição Especial com Audiolivro, na Realejo. E por falar em áudio, vou dar de presente pra quem ler este post, uma faixa do audiolivro. Escuta e diz o que achou!


O Mareliques também foi indicado pelo site Educar Para Crescer, do Grupo Abril. E isso é de deixar qualquer escritor orgulhoso!


Também teve Jornal A Tribuna e Revista Crítica Literária, organizada pelo especialíssimo Dr. Ezequiel Theodoro da Silva.

E teve tantas outras coisas... mas o melhor mesmo foi a Letícia declamar dois limeriques pra mim e justificar que só não sabia mais porque justo naquele dia sua mãe não tinha lido o livro pra ela. Parabéns pra mim que consegui leitores tão especiais para o Mareliques da Praia-louca.

E um agradecimento especial ao Walther Moreira Santos que acreditou no texto e o ilustrou e à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo que apoioi sua publicação.

É pic, é pic, é pic, é pic!

31 de janeiro de 2012

Como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?




Como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?

AQUI é o lugar exato onde me encontro: sentada na cadeira giratória do meu home-office-dormitório, escrevendo esse texto.

Veja bem, eu poderia estar em qualquer outro lugar e – acredite - esta não é uma simples divagação-clichê; é uma afirmação real sobre minha existência. Eu podia, por que já quis e pude, ser tantas coisas, fazer tantas coisas, criar tantas outras, que estar AQUI neste exato lugar é digno de auto-análise.

É marcante a constatação que acabo de fazer: eu estou aqui por causa dos pseudônimos!

Se não existissem os pseudônimos eu talvez não estivesse AQUI; mas ALI, pensando nos pacientes que atendi durante o dia, ou dando aulas para alunos de EJA, ou numa missão da NASA.

Por que os pseudônimos existem, eu estou AQUI.

Mais especificamente, AQUI significa um livro publicado, quatro deles a caminho (TODOS através de concursos e prêmio literários), e dezenas de outros no pen drive esperando sua maturação, ou premiação.

Chegar até AQUI foi um caminho inesperado. Eu simplesmente arrisquei sem a mínima intenção de acertar o alvo. Só não queria passar pela vida sem tentar. Tentei!

Aprendiz de Flora.

O primeiro pseudônimo, do primeiro livro, do primeiro prêmio, não dá para esquecer. Aprendiz vem de mim. E Flora é da Flora Figueiredo, quem mais me inspirava na adolescência.

Aprendiz de Flora, catapum!

Arrebentou as portas. Com pé-direito? Não, com os dois pés; de voadeira. Pé mesmo! Porque PÉ DE ALGUMA COISA PEDE OUTRA.

Viviane Veiga Távora? Que nada! Isso não abre nem fresta em janela de casa de boneca.

Aprendiz de Flora, SUR-PRE-SA!

“Quem é essa tal de Viviane?” - pensaram. Suspiros, inquietações. “Trinta anos, ela tem trinta anos!”. Por quê? Pensaram que eu tivesse menos, jurados? Ou talvez mais? Ou talvez, pensassem que eu fosse outra pessoa que não a Viviane? Talvez nem tão aprendiz...

Sim, eu vi o vídeo com a abertura dos envelopes do II Concurso Literatura Para Todos, realizado pelo Ministério da Educação. A edição das imagens foi cortesia do próprio MEC. Um deleite para mim e para a Aprendiz, de Flora, de Adélia, de Lygias...

E como foi mesmo que eu cheguei até AQUI?

A pergunta ainda requer cartografia. Mas o ponto de partida já foi delineado: os pseudônimos. Ah, os pseudônimos...


29 de janeiro de 2012

Revista Aliança de Misericórdia - 2012

Todos os meses, publico um texto na página infantil da Revista Aliança de Misericórdia, Movimento do qual faço parte. Neste ano de 2012, publicaremos textos em Cordel sobre a vida de vários Santos e alguns títulos de Nossa Senhora.

Esses textos preparam os leitores, amigos e benfeitores da Aliança de Misericórdia para o livro CORDEL DE TERESINHA que será publicado no segundo semenstre de 2012, com patrocínio do Ministério da Cultura. O livro, com a vida de Santa Teresinha do Menino Jesus narrada  por estrofes de Cordel, de minha autoria, foi um dos vencedores do Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel - Edição Patativa do Assaré - 2010, do MinC. Todos os exemplares serão doados para a Associação Aliança de Misericórdia para manutenção dos diversos trabalhos sociais que realizamos.

Saiba mais sobre a Aliança de Misericórdia aqui: www.misericordia.com.br

Quanto à revista, em janeiro publicamos um texto que fala sobre a vida de Dom Bosco:


Dai-me almas!

Entre os Santos da Igreja
há um muito especial:
é João Melchior Bosco
- que é seu nome natal.
Conhecido em todo mundo
por seu trabalho profundo
no ramo educacional.

Nosso querido Dom Bosco
nasceu em família pobre
no noroeste da Itália
em Turim, cidade nobre.
Castidade e Obediência
desde a sua adolescência
é um manto que o cobre.

Entre muitas de suas obras
há uma que é principal:
dedicou-se à juventude
até o suspiro final.
Dos jovens é pai e mestre
em todo globo terrestre,
exemplo sacerdotal!

Com uma congregação
deu vida aos Salesianos,
morreu gastando a vida
já com setenta e dois anos.
Era um homem sonhador
e grande transformador
dos sofrimentos humanos.


Confira a íntegra da Revista Aliança de Misericórdia de Janeiro/2012:


26 de janeiro de 2012

[sem assunto]



_Não, todo mundo não cabe aqui!
_Cabe assim, ó, viu?
_Verdade. Mas de quanta purpurina você precisa pra abrir-vento com cada culpa?
_Só uma!


.

31 de dezembro de 2011

Escrevendo os clichês de 2011...

2011 foi bem clichê.
E clichê que é clichê,
a gente escreve em versos.
Com toda certeza, nesses 365 dias (!)
eu colhi o que plantei.
Até mesmo das sementes ruins.
Mas depois das tempestades colhidas,
eu me fartei da bonança. Quanta bonança!
Publiquei meu primeiro livro,
mas outros três ficaram para 2012.
Acredite, é melhor um pássaro na mão
do que quatro voando.
Eu também fiquei muito rica,
muitíssimo rica,
você se espantaria do quão rica:
eu tenho pessoas que amo comigo.
O meu coração está nelas,
mesmo se elas estão longe,
tipo via láctea,
elas são minha riqueza
(se quiser, pode ler "tesouro").
Eu também fiz papel de boba:
tremi ao falar em público,
implorei para publicarem meus livros,
insisti e escrevi bem mal.
2011 foi intensamente clichê.
E para você eu desejo o dobro
daquilo que você deseja para mim
(menos as coisas ruins).
Matheus se formou no Ensino Fundamental
e eu lembrei que chorei
quando ele fez a primeira prova
que eu paguei com o suor do meu rosto,
das minhas mãos e dos meus olhos.
Para bom entendedor, meia palavra
basta!
Isso não é clichê, é coisa de mãe!
(o que é quase igual,
pois nós só mudamos de nome,
de endereço, de peso,
de filho e de conta bancária).
Pobre é que é feliz.
E eu sou! Pedinte absoluta
de uma riqueza que não passa.
E chega de blablablá.
Adeus, ano velho!
Feliz ANO NOVO!
(sim, com maiúsculas para soar bem forte).
E o título vai para os meus alunos! Há!
E o beijo vai para o meu namorado!

13 de dezembro de 2011

CEPE anuncia vencedores do II Concurso de Literatura Infantil e Juvenil




Ganhadores são de Minas Gerais, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo

A Companhia Editora de Pernambuco – Cepe anunciou o resultado do II Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil, promovido em 2011. Na categoria Infantil os vencedores foram a mineira Maria Ângela Haddad Villas (Mariângela Haddad), com o livro O mar de Fiote, primeira colocada; a jornalista pernambucana Adriana Pimentel Victor, segunda colocada com a obra Maria das vontades; e a cearense Aline Maria Freitas Bussons, com O hipopótamo que tinha ideias demais, terceira classificada. Na categoria Juvenil, a obra vencedora foi O dia em que os gatos aprenderam a tocar jazz, de Pedro Henrique Barros Portela da Silva, do Rio de Janeiro; seguindo-se A valente princesa Valéria, de João Paulo Vaz, também do Rio de Janeiro, segundo colocado; e O decifrador de poemas, de Viviane Veiga Távora, de São Paulo, terceira colocada.

Os prêmios são idênticos para cada categoria: oito mil para o primeiro lugar, cinco mil para o segundo colocado e três mil para o terceiro. Não houve menções honrosas. Concorreram 333 obras, sendo apenas 59 na modalidade juvenil, o que demonstra o boom que a literatura infantil vem vivendo nos últimos anos, alavancada por ótimos textos e excelentes ilustrações e projetos gráficos. A comissão julgadora foi composta pelo jornalista e escritor Cícero Belmar; escritor Conrado Falbo; especialista em crítica literária Luiz Reis; a mestra e doutoranda em Linguística, cujo objeto de estudo são os contos de fadas, Simone de Campos Reis; e a assessora pedagógica de bibliotecas comunitárias e agente de formação de leitores, Carmem Lúcia Bizerra Bandeira, colunista do site Interpoética. A comissão julgadora considerou critérios subjetivos como criatividade, originalidade, representação de gênero, prazer da leitura, entre outros.

Mariângela Haddad é bastante conhecida como ilustradora, tendo recebido diversas menções "Altamente Recomendável" da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (RJ) e o Prêmio de Incentivo do NOMA, Japão, em 1996. Começou a escrever em 2009, quando ganhou o concurso 5º Prêmio Barco a Vapor, da Fundação SM, São Paulo, com o livro O Sumiço da Pantufa. O livro O mar de Fiote, que venceu o concurso da Cepe na categoria Infantil, fala da descoberta de um mar inusitado e o início de uma amizade improvável, tendo como cenário uma cidade do interior. “Cheguei a imaginar o estranhamento que esse "mar mineiro" causaria num concurso de literatura promovido à beira-mar... Concursos são assim, indispensáveis, importantes, bem-vindos e causadores de frios na barriga”, disse ela.


Foi a primeira vez que Pedro Henrique Barros Portela, vencedor na categoria Juvenil, participou de um concurso literário. O texto foi escrito no final de 2010, “mais pelo exercício da escrita e pelo prazer imediatista dela”. A inspiração veio de sua admiração por gatos e pelo jazz, estilo musical que mais aprecia. A inscrição no concurso teve também o objetivo de ajudar a superar o medo da crítica. Ele confessa que ficou “atônito” com a notícia sobre o prêmio. “Nunca tinha ganho nada dessa forma antes, então não sabia como se reage a uma notícia dessas”.

CONCURSO SE CONSOLIDA – A repercussão do I Concurso Cepe de Literatura Infantil e Juvenil, realizado em 2010, e a qualidade editorial e gráfica dos livros que foram lançados em 2011, deixaram os vencedores do II Concurso com uma grande expectativa. Aline Bulhões, professora de língua portuguesa da Universidade Regional do Cariri, no Ceará, que tem dois livros infantis publicados - Uma baleia muito esperta e Raulzito, o jacaré – diz que tenta “trabalhar com as temáticas da liberdade individual, do direito de sonhar e de estar na contramão das imposições da coletividade. Quando escrevi a história do hipopótamo Everardo, procurei trazer essas ideias pro texto. Essa premiação é muito importante, pois dará visibilidade ao meu trabalho. Uma ótima oportunidade de publicação e de divulgação de livros. Além disso, sinto uma grande satisfação em saber que minha obra será divulgada por uma editora de Pernambuco e lida pelas crianças pernambucanas!”

João Paulo Vaz diz que “os concursos literários têm sido fundamentais” na sua carreira de escritor. Ele tem quatro livros publicados, dois deles através de concursos. As brincadeiras de princesas e aventuras das netas Janaína e Beatriz, de oito anos, foram a inspiração para escrever A valente princesa Valéria, que foge da narrativa tradicional ao colocar a princesa como salvadora do príncipe e depois os dois, para ganhar a liberdade, enfrentam juntos uma série de obstáculos.

Maria das vontades é o primeiro livro infantil da pernambucana Adriana Victor. Ex-repórter da Rede Globo Nordeste, ela tem reportagens publicadas em diversos jornais e revistas do país; é coautora de Ariano Suassuna: Um Perfil Biográfico, publicado pela editora Zahar, e autora dos textos de Encourados - Inventário Fotográfico, Investigação Sonora e Registros Escritos sobre o Vaqueiro e a Lida com o Gado. Em outubro de 2011, lançou Bonecos na Ladeira, livro sobre os gigantes do Carnaval de Olinda.

Viviane Veiga, de São Paulo, disse que ter um livro escolhido em um concurso nacional, como o da Cepe, “é uma alegria imensa para qualquer escritor”. Vencedora em dois concursos de poesia, esta é sua estreia em prosa e a primeira experiência voltada para o leitor juvenil. “Eu espero que o leitor se aproprie do texto e da poesia escondida nas páginas do Decifrador de poemas”. Viviane tem publicada a obra Mareliques da praia-louca, com ilustrações de Walther Moreira Santos (Editora Bicho Que Lê, PE), que venceu o Concurso PROAC de Publicação de Livros no Estado de São Paulo, da Secretaria de Estado da Cultura. O MEC vai publicar sua obra Pé de alguma coisa pede outra, que venceu o II Concurso Literatura Para Todos, realizado pelo Ministério da Educação. Em 2012 deverá ser publicado também o Cordel de Teresinha, vencedor do Prêmio Mais Cultura de Literatura de Cordel – Edição Patativa do Assaré, do Ministério da Cultura.